quinta-feira, 4 de dezembro de 2008



“Ensinar com as novas
tecnologias será uma revolução se
mudarmos simultaneamente os
paradigmas convencionais do
ensino, que mantêm distantes
professores e alunos. Caso
contrário, conseguiremos dar um
verniz de modernidade, sem mexer
no essencial .”
(José Manoel Moram)

INFORMÁTICA EDUCATIVA

INTRODUÇÃO
Sabe-se que o homem ao longo dos tempos, buscou ao longo da história, vencer obstáculos, para isso, foi desenvolvendo instrumentos tecnológicos que o ajudasse a suprir as dificuldades, e a partir da necessidade do mesmo é que surgiu a tecnologia.
Com o advento das evoluções tecnológicas, a sociedade vigente está muito mais exigente e cada vez mais soluciona problemas à distância, no entanto, quando se trata da educação sempre há justificativas e resistências para não acontecer a mudança. Assim, com toda essa evolução cientifica- tecnológica, alterou as formas de produção de conhecimentos e também as relações sociais, onde os indivíduos buscam informações e desenvolvimento de habilidades necessárias ao cotidiano e indispensáveis nas comunicações tanto pessoais quanto de trabalho.
O uso das novas tecnologias está sendo cada vez mais difundido no nosso país, sendo assim, a escola tem o desafio de adaptar-se às exigências dos novos tempos, por isso, é necessário que haja a discussão sobre a utilização da tecnologia, bem como sua importância na sociedade. Hoje, busca-se ainda, a valorização da informática como ferramenta pedagógica, visando o desenvolvimento de habilidades onde o indivíduo pode dominar também outra linguagem.
Na sociedade da informação, o desenvolvimento tecnológico avança de tal maneira de até mesmo o homem está “correndo atrás” pra ver se consegue alcançá-lo, e com tal situação a escola como um todo, tem que se adaptar às mudanças, afinal, é ela que vai formar cidadão para atender as necessidades do momento vigente.
Assim a educação formal tem o papel de promover mudanças significativas na vida do indivíduo, favorecendo o desenvolvimento integral do mesmo. Por isso, é imprescindível que a escola desenvolva um trabalho voltado para a conscientização e reflexão do homem no mundo em que vive, proporcionando assim, uma visão crítica em torno de tudo que o rodeia, inclusive das novas tecnologias.
O PROCESSO DE FORMAÇÃO ESCOLAR E A UTILIZAÇÃO DA INFORMÁTICA
A aprendizagem é um processo que ocorre gradativamente, essa depende muito do ambiente e das pessoas que convivemos, bem como os estímulos que recebemos, mas vale ressaltar que adquirimos conhecimentos através do processo de comunicação, que também é desenvolvida através da convivência, a aprendizagem ocorre tanto de maneira formal como informal, seja ela presencial ou em ambiente virtual, assim, o papel da escola é, garantir uma educação de qualidade para todos e o professor por sua vez deve garantir a formação de cidadãos críticos e reflexivos capazes de exercer de maneira significativa a cidadania.
Observa-se que o uso de tecnologias na educação é uma realidade e cabe a escola adaptar-se a esse processo para acompanhar as exigências dos novos tempos, sendo assim é imprescindível o uso das mesmas no dia a dia. As tecnologias servem como ferramenta de aprendizagem, pois a partir dela pode-se fazer pesquisa, conhecer mundos diferentes sem sair do lugar, interagir com pessoas em locais diferentes no mesmo momento, enfim, o educador pode utilizar as tecnologias em seu favor, o importante e que os educandos sintam-se satisfeitos em aprender de diversas formas. Sendo assim, a informática hoje é essencial na escola.
Vantagens: Acesso rápido às pesquisas, interação, comunicação, aprendizagem, etc.
Desvantagens: Falta de educadores preparados para manusear as ferramentas tecnológicas, nem todas as escolas, educadores e alunos tem acesso a tal ferramenta, em muitas escolas os laboratórios não são utilizados.
A escola pode ser um espaço de inovação, implementando mudanças e os educadores podem avançar muito, assim a escola precisa estar bem equipada com acesso a Internet, e possibilitar e todos os educandos tenham acesso às diversas tecnologias e o educador deve buscar a capacitação necessária para saber utilizar tal ferramenta na escola, organizando pesquisas, atividades à distancia, e gerenciar as atividades propostas.

ESTRATÉGIAS METODOLÓGICAS PARA O USO DA INFORMÁTICA NA ESCOLA E NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
Informática na Escola -papel e procedimento da gestão
Quando se fala em tecnologia na escola, é importante analisarmos o papel da gestão nesse contexto de transformação, onde é necessária a busca por mudanças no interior da instituição visando maior potencialidade da mesma e qualidade no processo de ensino e aprendizagem. Para isso, é imprescindível envolvimento de toda a comunidade escolar e também disponibilidade de recursos tecnológicos que possam ir ao encontro das necessidades da escola, oferecendo assim a interação e acesso as novas tecnologias e informações, mas para isso, é necessário mudar o clima organizacional da escola, fazendo um diagnóstico sobre as necessidades reais da escola e buscar por meio de palestras, encontros atentar para importância da informática no mundo de hoje.
Feito o diagnóstico, é necessário que a gestão verifique os recursos disponíveis na escola e caso a escola precise dos mesmos e não tenha condições financeiras, torna-se imprescindível a busca de parcerias com a comunidades, associações e outras instituições.
A gestão também é responsável pela formação dos educadores e profissionais da escola, para isso, deve buscar por meio da secretaria de educação apoio para a realização da formação, sendo assim, torna-se mais fácil manusear a máquina e organizar os processos administrativos da escola (declarações, transferências, controle de recursos, etc) para isso deve ainda escolher softwares educacionais e aplicativos, que facilitem o processo de ensino e aprendizagem, onde o educador pode propor diversas atividades para estimular o interesse dos educandos e obter resultados satisfatórios. Também na parte pedagógica, deve haver propostas pedagógicas onde os educadores possam enfim, utilizar a informática a seu benefício e ao benefício de seus educandos, propondo pesquisas para os alunos, debates, fóruns, e outras atividades que também podem ser propostas para a escola em geral, assim o ambiente escolar fica mais interessante e promove melhor aprendizagem, saindo um pouco da rotina
A gestão escolar deve ainda, dar subsídios para que haja a troca de experiência e informações que permitam o avanço escolar, desenvolvendo projetos, e contextualizando as tecnologias no ambiente de sua instituição, favorecendo a formação de educadores para que possam utilizar tais ferramentas a seu favor, no intuito de contribuir de maneira significativa nos processos de transformação da escola.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

História dos Computadores

A partir da década de 1930, alguns cientistas começaram a trabalhar com dispositivos de cálculo com algum tipo de sistema de controle automático. Já se dispunha da tecnologia necessária para se construir aquela estrutura imaginada por Babbage. Surgiram os primeiros computadores mecânicos e eletromecânicos e muitos projetos de computadores eletrônicos feitos posteriormente sofreram muitas influências dessas primeiras máquinas.
Pode-se dividir esta primeira etapa em 3 partes:
1. o trabalho do alemão Konrad Zuse;
2. a produção, pelos laboratórios da Bell Telephone, de uma série de computadores baseados em tecnologia de relés e os projetos de Howard Aiken em Harvard;
3. os projetos de computadores eletromecânicos de pequeno e grande porte da IBM .
A disputa pelo título de primeiro computador do mundo é acirrada. Isto porque devemos levar em consideração que os precursores dos primeiros computadores eram máquinas mecânicas.
O que podemos considerar como primeiro computador do mundo foi desenvolvido no MIT (Massachussetts Institute of Tecnology) em 1931 por Vannevar Bush. Era analógico e possuía parte mecânicas, tendo sido construído para resolver equações diferenciais simples. Na verdade era mais uma calculadora do que qualquer outra coisa.
Já em 1937, Howard Aiken desenvolveu o que veio a ser o primeiro computador eletromecânico do mundo: o MARK I, apoiado pela IBM (International Business Machines) e pela marinha americana, que o custearam. Para que você visualize o tamanho, o MARK I media dezoito metros de comprimento, por dois metros e meio de altura.
Com a chegada da II Guerra Mundial e conseqüente avanço da eletro-eletrônica, os Serviços Secretos de diversos países queriam construir seus computadores, principalmente para serem utilizados na codificação de mensagens. De um lado, a Alemanha de Hitler construiu em 1941 o Z3. Do lado dos Aliados, a Inglaterra construiu um computador capaz de decifrar as mensagens utilizadas pelos países do eixo, codificadas pelo próprio Z3. Em 1943 foram produzidos dez Colossus, o nome que este computador recebeu. Como o próprio nome sugere, possuía dimensões gigantescas, cerca de 1.500 válvulas e era capaz de processar cerca de 5.000 caracteres por segundo.
No mesmo ano da criação do Colossus foi iniciado o projeto do ENIAC (Electronic Numeric Integrator And Calculator), o primeiro computador a válvulas dos Estados Unidos, terminado somente após a guerra (1946), também para uso basicamente militar - como cálculo de trajetória de mísseis.
O ENIAC era tão colossal quanto qualquer outro computador desta época. Ou mais ainda ! Ocupava uma área de 170 metros quadrados e pesava 30 toneladas.
A partir de 1945, um novo marco foi colocado na história dos computadores com John von Neumann, Arthur Burks e Herman Goldstine. As idéias de Von Neumann - que são utilizadas até hoje - fizeram com que os computadores pudessem ser programados através de programas, rotinas de manipulação de dados que se utilizam instruções próprias do computador.
A partir das idéias de Von Neumann e sua equipe, os primeiros computadores a utilizarem conceito de programas foram criados: o EDSAC (Electronic Delay Storage Automatic Computer) e o EDVAC (Electronic Discrete Variable Automatic Computer), em 1949. Os computadores passaram a diminuir bastante de tamanho.
Mas, além do tamanho gigantesco, essas colossais máquinas eram todas frutas das mais diversas pesquisas de um mercado eminente. Ou seja, quem operava tais máquinas eram os próprios criadores para um público muito restrito. O primeiro computador a ser produzido em escala comercial foi o UNIVAC (Universal Automated Computer), pelos mesmos criadores do ENIAC. O primeiro UNIVAC ficou pronto em 1951.
A IBM passa a dominar o mercado de computadores ao construir seus computadores em escala comercial, com o lançamento do IBM 701 em 1953 e, principalmente, do IBM 650 em 1954. Este último vendeu mais de mil unidades, um sucesso absoluto de vendas, e que veio refletir a real necessidade que o mundo teria no uso de computadores.
A partir da criação da técnica de circuito impresso, em 1957, os computadores puderam diminuir um pouco mais de tamanho. Nesse mesmo ano é desenvolvida a linguagem FORTRAN (Formula Translator), a primeira linguagem de alto nível para computadores.
Os primeiros computadores a se utilizarem totalmente de transistores foram o IBM 1401 e IBM 7094 que juntos, venderam mais de 10.000 unidades, reafirmando mais uma vez a demanda por um indústria mundial de computadores. Outros computadores como os da DEC (Digital Equipment Corporation) foram de muitíssima importância. A série de computadores da DEC recebia o nome PDP, sendo o PDP-1 lançado em 1959. E em 1963 a DEC criou o primeiro minicomputador, o PDP-5.
Um dos primeiros computadores a utilizar circuitos integrados foi o IBM/360, lançado em 1964. Avançadíssimo para a época, fez com que todos os outros computadores fossem considerados totalmente obsoletos, fazendo com que a IBM vendesse mais de 30.000.
A Intel lança em seguida o primeiro microprocessador "de verdade", o 8080. Outra empresa, a Motorola, lança o microprocessador 6800, para concorrer com a Intel. Entre as empresas que criaram seus próprios microprocessadores estavam a National Semiconductor, a Signestics, a Advanced Micro Devices e a MOS Technology. A MOS Technology desenvolveu o microprocessador 6500, mas ele era tão parecido com o 6800 que ele sofreu uma revisão e foi relançado como
O mercado de software cresce assustadoramente, tornando o Apple II um dos micros com mais Softwares produzidos até hoje. Foi lançado também a SoftCard, placa com um co-processador Z-80, para que o Apple II pudesse ter acesso a todos os programas escritos sob o sistema operacional CP/M. E o Apple II tornou-se um dos microcomputadores mais vendidos em todo o mundo. A Apple lança também o Apple III, que não teve o menor sucesso, mas lançou a unidade de disco rígido para microcomputadores pessoais.
** XPC – DÉCADA 80 – COBRA PCXT IBM
A IBM, que inicialmente não teve interesse em microcomputadores pessoais - ela preferia continuar produzindo computadores de médio e grande portes - finalmente resolveu, em 1981, entrar nesse mercado, vendo que estava crescendo assustadoramente e era a única que poderia desbancar a supremacia da Apple - pois tinha nome, tecnologia e dinheiro. Persuadida pela Microsoft, a IBM decidiu utilizar a linha de microprocessadores da Intel, encabeçada pelo 8086, em sua linha de microcomputadores. O principal avanço do 8086 em relação ao 8080 era a manipulação de números binários não mais de 8 bits, mas sim de 16 bits, além da possibilidade de endereçamento direto a 1 MB de memória (Mega (M), que em decimal representa 106, ou seja, 1.000.000, em binário representa 220, ou 1.048.576). Finalmente, em 1981 a IBM lança o seu IBM-PC.
A IBM PC é lançado junto com seu sistema operacional próprio, o MS-DOS 1.0 da Microsoft. Em 1983 a IBM lança o seu IBM PC XT (Extended Tecnology), agora com disco rígido (de incríveis 5 ou 10 MB) e uma nova versão do seu DOS, a 2.0. Assim rompia-se uma barreira imposta por todos os outros microcomputadores: a dificuldade de utilização, que para o Lisa, era um passado remoto. Ninguém precisava ser um expert em computação para mexer no Lisa. Todos os comandos entrados eram em forma de ícones gráficos, e o Lisa vinha com um periférico estranho: o mouse, que permitia a entrada de dados em simples movimentos. Lançado no mercado em 1983, o único inconveniente era seu alto preço.
Paralelamente ao projeto do Lisa a Apple trabalhava em outro projeto: O MacIntosh, criado para ser um "Lisa para se ter em casa". Lançado em 1984, a Apple obteve um sucesso estrondoso com o seu MacIntosh, partindo em outra direção, descartando um futuro maior para a linha Apple II.
A IBM lança o seu IBM PC AT (Advanced Technology) no mesmo ano em que a Apple lança o seu MacIntosh e, logicamente, a Microsoft lança uma nova versão de seu MS-DOS, a 3.0 e a 3.1. O Mac tinha uma resolução gráfica muito maior, trabalhava com sons digitalizados, muito mais rápido e mais fácil de usar. O sucesso do Macintosh foi devido à facilidade de aprender facilmente como operar por causa da sua interface gráfica com o usuário.
Após três anos de sucessivos adiamentos, a MicrosOFt lançou um "ambiente operacional" gráfico para a linha IBM PC - o Windows - teoricamente uma interface gráfica similar ao do MacIntosh. Assim, aquelas pessoas que iriam escolher o MacIntosh pela sua facilidade de uso podiam agora escolher entre o MacIntosh e um micro com padrão IBM. Na verdade o Windows acabou ficando muito aquém da interface gráfica da Apple, devido a diversas limitações de hardware e software da linha IBM PC.
A IBM não se importou muito, como a Apple, em relação aos Tigres Asiáticos, pois, na realidade, começaram a ser criadas leis internacionais de patentes. E o que aconteceu, na verdade, foi o surgimento de diversos fabricantes, agora não mais especializados em "clonar" o micro da IBM, mas CRIAR micros que utilizem o mesmo PADRÃO. Assim sendo, surgiram diversos periféricos e diversos microcomputadores, CADA UM COM SUAS CARACTERÍSTICAS PARTICULARES, criando no mercado dos microcomputadores uma disputa sadia. Desse modo houve uma enxurrada de micros compatíveis com o padrão IBM, tornando-se, nos nossos dias, a linha ou padrão "oficial" de microcomputadores.
Esperava-se que a IBM lançasse um microcomputador revolucionário para a utilização do novo microprocessador da Intel: o 80386, um microprocessador de 32 bits que segue a linha iniciada com o 8086. No entanto, optou ao invés de continuar com sua linha IBM PC - cuja principal característica era a arquitetura aberta - começar uma nova linha de microcomputadores, chamada PS/2 (Personal System 2), que possuía arquitetura fechada e proprietária. Nesta época a Compaq começou a despontar com o novo maior fabricante mundial de microcomputadores, por liderar fabricantes à construção de microcomputadores que utilizassem arquitetura aberta e seguissem o padrão IBM PC original.
O mesmo ocorreu com o lançamento de novos microprocessadores da família Intel, como o 80486, Pentium e Pentium Pro (P6). Apesar de diversos fabricantes tradicionais como a própria IBM construirem microcomputadores com arquitetura fechada, a maioria dos fabricantes independentes optou por seguir uma arquitetura aberta, sendo o padrão IBM PC nitidamente definido e estabilizado. estabilizado.
Equipamentos menores tornam-se rotineiros no início dos anos 90. Grandes empresas substituem seus computadores de grande porte por outros menores, muito potentes mas de manutenção mais barata, num processo conhecido por downsizing. Os equipamentos pessoais são simplificados; surge o ambiente gráfico Windows que incorpora o uso de ícones acionados por mouse para os PCs, tornando mais fácil o uso de microcomputadores por quem não domina a linguagem tradicional de informática. Aumenta o número de programas multimídia educativos e de entretenimento, utilizando os CD-ROM para armazenar imagens e som. Os principais lançamentos de 1993 são o Pentium, novo microprocessador da Intel para uma nova geração de PCs, e o Windows NT, sistema operacional da Microsoft destinado a unir o ambiente gráfico Windows à capacidade de gerenciar redes de micros.
A área de entretenimento cresce, nos últimos cinco anos, com o segmento de jogos eletrônicos.No mundo de hoje, não há como falar sobre computadores e deixar a internet de lado. A internet contribuiu para o relacionamento e integração ao mundo em questão de segundos. Os profissionais, os estudantes, as pessoas em geral estão na era da Internet, por contribuir com a agilidade do mundo moderno
Há jogos para computador e os que utilizam a tela da TV como monitor, entre outros aspectos
Enfim, a cada dia que passa são lançados inúmeras novidades na área de informática, e cabe ao educador adaptar-se a esse novo momento para atender as necessidades e anseios de seus educandos, bem como da sociedade em geral, proporcionando assim um melhor ensino e aprendizagem.
CRONOLOGIA DA HISTÓRIA DO COMPUTADOR
De 1940 a 1950
1941 - Computador Z31943 - Colossus
1944 -Mark I (Howard Aiken)
1945 - Edvac
1945 - ENIAC
1946 - Cia. Eckert-Mauchly Computer Corporation
1949 - IBM
De 1950 a 1960
1951 - Univac
1952 - Heinz Nixdorf
1953 - IBM 701
1954 - On Computable Numbers
1955 - Tradic
1956 - No Mit
1957 - Digital Equipment Corporation
1958 - NEAC 1101
1959 - Serie 7000 de mainframes IBM
1960 - Dataphone
De 1960 a 1970
1961 - UNIMAT
1962 - MIT Slug Russet
1963 - ASCII1964 - Basic
1965 - PDP - 8
1966 - HP 2115
1967 - Logo
1968 - Nova
1969 - Unix
De 1970 a 1980
1970 - SRI Shakey
1971 - Kenbak-1, Intel 4004, Disco Flexivel 8
1972 - Intel 8008, HP-35, Blue Box, Atari
1973 - TV Typewriter, Xerox, Micral
1974 - ALTO, Intel e Zilog, Braço de Prata, 8H computer
1975 - Altair 8800, Telenet, VDM, Tandem- 16
1976 - Apple I, The Cray I, CP/M
1977 - Commodore PET, Apple II, TRS-80, IBM
1978 - Vax 11/780, Disco Flexivel 5 ¼
1979 - 68000 Motorola, VisiCalc, Introduction to VLSI,
1980 - Hard Disc Drive, Worm
De 1980 a 1990
1981 - PC IBM, MS-DOS, Osborne I, DN100
1982 - Lotus 1-2-3, revista Time, Disney com seu filme Tron
1983 - Apple, Compaq, Microsoft, Windows, MIDI
1984 - Macintoshi, disquete de 3½, PC Jr. e PC-AT, Cyberspace
1985 - NSFNET, CD-Room, PageMaker, C++
1986 - Transitor óptico SEED, PC/RT e R2000, DeskPro 386,
1987 - 68030 Motorola, PC/2, HyperCard
1988 - NeXT, EISA, Pixar's "Tin Toy", Robert Morris
1989 - Intel 80486 e i860 RISC, 68040 Motorola, SimCity, Siggraphic's
1990 - Windows 3.0, www ( World Wide Web
De 1991 a 2000
1991 O Power PC da aliança IBM
1992 DEC apresenta o primeiro chip
1993 Apple apresenta Newton, o primeiro PDA
1994 Leonard Adleman da University
1995 Toy Story é o primeiro filme de longa
1996 O Pentium Pro da Intel é apresentado
1997 O Netscape Navigator 2.0 é lançado
1998 É lançado o processador Pentium II 333 MHz que é mais rapido que o antigo.
1999 0 é lançado.O numero de pessoas que usam LINUX é estimado em mais de 10 milhões de pessoas.
2000 AMD lança o AMD de 1GHz. Intel lança uma quantidade limitada do Pentium III.
NOTEBOOK Com a falta a correria do dia-a-dia das pessoas, o notebook está fazendo muito sucesso, principalmente para prestadores de serviços e executivos.
2000 - 2008
2000 Surge o Compaq iPAQ, um porte do MS Windows CE para a plataforma DEC Itsy;MS Windows 2000;MS Windows ME;Microsoft lança a Xbox;Microsoft lança a Xbox 360
2001 Lançamento do Kernel do Linux 2.4;Assiste-se à criação de formas humanas realistas através da computação gráfica; MS Windows XP;USB2

2002 MS Windows XP SP1; Lançamento do Lindows; Lindows alia-se à Microtel; Lançamento do Kernel do Linux 2.6; Microsoft Office 2003
2003 Surge o Worm Blaster; Motherboard Intel Canterwood; Intel Prescoz; Lançamento do Microsoft Windows 2003 Server;
2005 Microsoft apresenta o Windows Vista; Mandrake compra Conectiva e vira Mandriva
Apple anuncia a migração da plataforma Macintosh para processadores Intel; Microsoft lança o Xbox 360, primeiro videogame da sétima geração, que promete se integrar com o PC
2006 Web 2.0;Apple lança o iPod Nano, o menor iPod com tela LCD e o iPod Video, com capacidade de armazenamento de até 200GB;Microsoft lança o Windows Vista para uso corporativo
2007 Microsoft lança o Windows Vista a uso doméstico;
2008 - 8 de Agosto um Windows responsável pelas imagens na abertura dos Olimpíadas de Pequim simplesmente apresenta uma BSOD



OBS: cronologia Obtida em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Cronologia_da_evolu%C3%A7%C3%A3o_dos_computadores"

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Educação e Tecnologias: mudar para valer!




Reflexão sobre o Texto de José Manuel Moran


No texto, o auto enfatiza as evoluções tecnológicas, onde a cada dia, solucionamos problemas à distancia, no entanto, quando se trata da educação sempre há justificativas e resistências para não acontecer a mudança. A educação deve ser compartilhada e não monótona, assim, a tecnologia é considerada como uma ferramenta de apoio ao processo de ensino e aprendizagem.
Analisa-se que, muitos consideram as atividades realizadas à distancia, como uma desculpa para baixar o nível de ensino, bem como “apressar” a aprendizagem; assim é inegável que depende da maneira como é realizada, pois a qualidade acontece a partir das ações que são estabelecidas para a mesma, facilitando a aprendizagem.
É indiscutível que a escola ainda é uma referencia importante, no entanto, devido as transformações ocorridas na sociedade a mesma está se convertendo em um confinamento, onde não há estímulo para a aprendizagem.
A partir de uma gestão mais flexível, a escola tem a possibilidade de trabalhar a pesquisa desenvolvendo atividades mais dinâmicas. Pode-se observar que as aulas ministradas não são tão estimulantes, tanto que os alunos não se concentram nas aulas, além da infra-estrutura precária e a falta de equipamentos para ministrar as aulas, causam o fracasso e a evasão escolar.
Para mudar tal realidade, é imprescindível implementar mudanças, desde que sejam supervisionadas como equilíbrio e maturidade. O autor enfatiza também que é necessária a flexibilidade, para assim, a escola adaptar-se às mudanças, ou seja, está mais do que na hora de aprender a fazer, fazendo, onde essa educação não seja alienada e imposta.
Portanto, o autor é muito feliz quando enfatiza que todos nós estamos envolvidos na educação, no intuito de planejar, executar ações pedagógicas inovadoras para melhorar a sociedade, por isso, deve-se incentivar da melhor maneira possível a adaptação do indivíduo às novas tecnologias, avaliando de maneira sensata o que é significativo ou não para uma educação crítica e de qualidade. Daí a necessidade de constantes socializações e troca de experiência, além da reflexão, para alcançar bons resultados.


Luciana Brito Oliveira e Josélia Silva Sales

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Coisas simples...


Nós que passamos apressados
Pelas ruas da cidade
Merecemos ler as letras
E as palavras de Gentileza
Por isso eu pergunto
À você no mundo
Se é mais inteligente
O livro ou a sabedoria
O mundo é uma escola
A vida é o circo
Amor palavra que liberta
Já dizia o Profeta

(Gentileza :Marisa Monte)

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Conclusão da Aula de Arte e Educação (Profª Ovídia - dia 05/08/2008)




É imprescindível que o educador


reflita constantemente sobre sua prática, buscando não manipular


seus alunos através do ensino de Arte,


mas despertando-os


e atentando para a importância


de conhecer


o que está atrás


de cada "obra-prima".






(Luciana Oliveira)

quarta-feira, 6 de agosto de 2008


Pedagogo sem leitura,

sem criticidade,

sem amor pela educação e sem ação?

tsc, tsc não é pedagogo!


(Luciana Oliveira)